coleção

Zona de Poesia Árida

Zona de Poesia Árida apresenta o conjunto de mais de 55 trabalhos de coletivos de arte e ativismo de São Paulo que, no MAR, constituem o Fundo Criatividade Coletiva/Doação Funarte, formado por meio da 6a edição do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, iniciativa de grande importância no campo das políticas públicas da cultura deste país.

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ZONA de POESIA ÁRIDA – Primeira Rádio Debate

Primeira Rádio Debate da exposição Zona de Poesia Árida no Museu de Arte do Rio – MAR realizada em 28 de Janeiro de 2015. Áudio gravado com partes faltando. Para ver na íntegra
http://us.twitcasting.tv/midianinja/m…

Zona de Poesia Árida traça um panorama do intenso papel de ativismo assumido pela arte a partir dos anos 2000, com a participação de coletivos atuantes em São Paulo. A mostra reúne 55 trabalhos, entre vídeos, fotografias, gravuras, intervenções e performances que pertencem à Coleção MAR e integram o Fundo Criatividade Coletiva/Doação Funarte, formado por meio da 6a edição do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça.

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cuidado com o fogo

por Túlio Tavares

A(r)tivismo é brincadeira? O Ar(r)ivismo é sério?

Com quantos umbigos se faz um coletivo? Um(b)iguismo?

Tudo começa no início dos anos 2000. Estávamos em um grande devir tentando criar táticas de sobrevivência por meio das trocas de interesses, conteúdos e afetos. Produzíamos fora do circuito financeiro, trabalhando coletivamente, criando coletivos, participando de outros coletivos, articulando uns com os outros. Fui parar no meio de um furacão e um furacão só acontece se estiver tudo preparado para ele acontecer; não existe um furacão que surja do nada; os elementos estavam todos lá: a quantidade certa de umidade, a quantidade certa de ar, a transformação de temperatura daqui para lá, um vento x, y que vai passar ali por baixo e, pum!, explodiu um furacão. O que eu digo é: estava tudo no ar para que houvesse essa aproximação, cidade caótica, artistas organizados em coletivos e movimentos sociais. Toda a lógica do que viria a acontecer já estava lá antes mesmo desse furacão que aconteceu livre, sem amarras, sem contratos, sem 13º. Sabíamos da força simbólica que essa rede de resistência urbana poderia ter nas esferas micro e macropolíticas.

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Zona de Poesia Árida

por Museu de Arte do Rio – MAR

Zona de Poesia Árida apresenta o conjunto de mais de 55 trabalhos de coletivos de arte e ativismo de São Paulo que, no MAR, constituem o Fundo Criatividade Coletiva/Doação Funarte, formado por meio da 6a edição do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, iniciativa de grande importância no campo das políticas públicas da cultura deste país.

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Nosso desafio é seguir o nosso desassossego.

por Daniel Lima

Zona de Poesia Árida

Não somos o asfalto desta rua? Não somos o cimento destes muros? Não somos as janelas deste tempo que se escancara sempre, sempre e sempre? Viemos para marcar este território com outra poética. Criar outro mundo. Viemos para a prática de uma política impossível e infinita. Multiplicar histórias sem palavras em toda parte, nas ruas, nas casas, nas rodas de conversa, nos casais, no afeto, na luta. Nos damos a permissão de uma saída de emergência.

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Texto Curadores

Existe nos trabalhos de Zona de Poesia Árida a capacidade de espalhamento que é inerente ao campo da produção cultural coletiva. Há obras que, mesmo tendo sido produzidas no início do século, são cada vez mais atuais e se afirmam como referência nos campos da arte e do ativismo, a exemplo da sequência de bandeiras da Frente 3 de Fevereiro e seu questionamento sobre o racismo no futebol; ou ainda o Monumento à catraca invisível, do coletivo Contrafilé, em que o símbolo catraca – e sua tácita “descatracalização” – tem sido atualizado como um marco de luta.

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