COLETIVO BANZO : fotografia de rua

PANDEMIA NA BORDA, 2020

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Ódio em Progresso

E aí, arte, vai contribuir? –

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Manifesto Banzo

Na borda da pandemia quando banza a arte – 
– O que que – Arte – estás a fazer? Banzas em meio a celebridades? BANZO cá banza na borda da pandemia! Antivírus do questionamento – avesso ao enlatado! Desconfiado da cultura viral que sobe e desce num breve suspiro. Mas que mais parece falta de ar(te). Broxada.
BANZO convida ao contágio, ao não-isolamento cultural que atiça, à política que coça, à arte que bole com ícones e ídolos em busca do que não é… Mas podia!
Na apocalíptica borda do sistema – ora escarrada pelo patético da história – banza o mundo da pandemia. BANZO resiste antiviralizando a falta de diversidade – o terraplanismo das ideias: a ortodoxia dos mentecaptos infectados pelo normal.
BANZO na borda é antivírus que se propaga, é questão que contagia:
– E aí Arte? Vai contribuir?

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FIQUE EM CASA !

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LAVE SUAS MÃOS…

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MÁSCARAS DO DISTANCIAMENTO

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Sobre o Coletivo Banzo : fotografia de rua

O Coletivo Banzo foi formado em 2013 pelos artistas militantes Marcelo Min (em memória), Paulo Cesar Lima e Yuri Martins-Fontes; Eric Valente em 2016 se somou à trupe. As ações de Banzo – sobretudo interativas e nas ruas – são intervenções fotopoéticas que buscam diálogo com a realidade crua do grande sertão que é o mundo.